Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Irmão Matheus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Irmão Matheus. Mostrar todas as postagens

07 setembro 2016

Vida: Certezas e Incertezas - Irmão Matheus

 
VIDA: CERTEZAS E INCERTEZAS


Há na vida momentos de certezas e incertezas. Não existem a certeza e a incerteza absolutas.

A Vida é justamente esse ir e vir, onde crescemos e aprendemos a vivenciar o que é mais importante para o ser: o espírito.

Somos assediados a todo instante por escolhas que nos levam a “certezas e incertezas”.

Mas a verdade é que mesmo diante das certezas não temos o “controle” de tudo, pois a cada decisão surgem novas propostas e caminhos, onde o imprevisto, o inesperado ocorre facilmente. Até porque somos influenciados e influenciamos a tudo que nos rodeia, pela lei da sintonia.

A complexidade de cada ser é algo que nunca conseguimos compreender totalmente e por isso nos é difícil viver a incerteza, temos a necessidade de nos mantermos dentro de nossa zona de conforto, dentro do que achamos conhecer e saber. Mas como vivemos interconectados não nos é possível seguir sem interferências, mesmo que mínimas.

Como então definir certeza? Certeza é na verdade o convencimento de que se sabe algo, se está seguro sobre algo.

Ou ainda buscando auxílio na etimologia temos que certeza provém do verbo latino “cernere”, cujo significado é ver claro, discernir, sendo, portanto a firmeza da mente num determinado aspecto. Certeza não significa verdade ou exatidão.

Assim podemos estar certos de algo e descobrirmos que isso não é verdade.

Como exemplo citamos que estávamos certos que o Brasil seria campeão da Copa de 2014, ou seja, tínhamos evidencias e certeza pelos resultados obtidos até então, mas diante de um jogo nossa convicção mostrou-se errada, pois não só perdeu aquele jogo como não foi campeão.

Da mesma forma que somos imperfeitos nossas certezas e conhecimentos também o são, fazendo-se necessário, nos abrimos a novas oportunidades, ampliando verdades, tornando-as mais próximas da realidade.

Podemos entender certeza como sendo o sentimento que brota de nossa consciência tranquila ao findar-se do dia, pois fizemos tudo o que sabíamos doando o melhor de nós em prol do bem do próximo e nosso.

E como conceituamos incerteza? Normalmente ela está associada à falta de conhecimento especifico ou a dúvida, sendo difamada erroneamente como a ser responsável pela dor, angustia e o medo que sentimos nesses momentos incertos.

Mas esses sentimentos são frutos do apego que possuímos pelas coisas e pessoas como forma de nos manter em nossa confortável zona de estabilidade.

Meus amigos, por mais estranho que possa parecer, a incerteza é a alavanca que fomenta a nossa necessidade de progresso, de ir além do que já conhecemos e sabemos. Dessa forma é responsável por nos ampliar os horizontes através de novas oportunidades e experiências, e consequentemente, possíveis erros, reparação, aprendizado e finalmente amadurecimento.

Para uns, certeza é monotonia e incerteza é desafio, para outros, certeza é segurança e incerteza medo. Não há certo ou errado, mas o equilíbrio.

Precisamos que a Certeza e a Incerteza andem juntas de forma a serem companheiras. O equilíbrio é que nos garante o caminhar. Vamos colocar como exemplo o andar de bicicleta. Para mantermos o equilíbrio necessitamos pedalar, pois se pararmos não mais conseguiremos manter o equilíbrio, nem permanecer na bicicleta sem apoio algum.

Nossa caminhada espiritual não é diferente.

Todo o Orbe precisa estar em equilíbrio. Nós e tudo o que somos precisa de equilíbrio: material e espiritual; expirar e inspirar; falar e silenciar; sombra e luz.

Mas se tudo precisa de equilíbrio, por que nos afastamos do equilibro?

Por que vivemos a tendência de estar sempre de um lado da balança apenas?

Falta-nos o entendimento de que “tudo podemos”, mas “nem tudo devemos”. Em todo o universo a Lei do Progresso nos convida e ser equilíbrio e assim avançar. Quando passarmos a vivenciar essa verdade, entenderemos que viver e morrer faz parte da mesma realidade: da renovação.

Diante de tanta complexidade a VIDA nos ensina que sempre existem certezas e incertezas, nada é definitivo, assim como o “bom” de hoje pode se tornar “ruim” amanhã; ou o que é “novidade”, pode tornar-se “obsoleto”. Tudo depende do momento, do cenário e principalmente de nossa percepção da realidade.

Por isso para alguns o tempo é curto e para tantos outros o tempo é longo demais.

Então diante disso diríamos que existem formas diferentes de se contar o tempo, ou ainda relógios diferentes? E a resposta é não. O tempo é contado da mesma forma em segundos, minutos, horas… Mas a percepção da duração do tempo é diferente de acordo com a realidade que se vive.

Assim para os que estão felizes e bem, o tempo é curto, mas para os que estão em dificuldades e passando mal o tempo é longo demais.

Colocamos mais uma vez que somos aquilo que pensamos e criamos em nosso mundo interior e depois plasmamos essa criação ao nosso redor, o nosso céu ou o nosso inferno. Veremos e entenderemos o outro de acordo com a nossas certezas e incertezas.

Para vivermos realmente de forma plena e abundante como Jesus nos exortou precisamos buscar cada vez mais o conhecimento do “eu” para assim encontrarmos o equilíbrio da VIDA entre as certezas e incertezas que os cercam.

Convido-os nessa semana refletirem sobre quais são as certezas e as incertezas que os cercam e de que forma podem encontrar o equilíbrio que os manterá atuantes na caminhada de evolução moral.

Assim, meus queridos amigos eu os deixo com “Vida em abundância” como O Mestre Jesus nos ensinou.

Com carinho costumeiro

Espírito: Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré)
Médium: Lúcia  (Grupo Mediúnico Maria de Nazaré – Cavile)
 Em 09/11/201

07 abril 2016

Proteção Espiritual - Irmão Matheus


PROTEÇÃO ESPIRITUAL

Iniciaremos nossas reflexões hoje buscando compreender primeiramente o significado de proteção para nós e depois ampliarmos entendendo espiritual e proteção espiritual.

Todos sem exceção temos a necessidade de nos sentirmos protegidos.

Buscamos proteção das intempéries, da violência, de nossa família, de nosso patrimônio e de nosso corpo carnal e consequentemente da vida.

Esse senso de proteção é inerente a toda criatura e tem sua fundamentação na lei do progresso. Se não nos cuidamos, como haveremos de nos tornamos melhores?

Proteção nos dias atuais está na pauta da maioria dos partidos políticos tendo em vista a sociedade violenta e se assim podemos colocar, corrupta.

Coloco corrupta mais no sentido dos vícios e manipulações da construção dos valores que devem nos nortear.

Mas o que nos consideramos proteção? Será ter policiais em cada esquina?

Ou cada um ter um guarda costas?

Ter nossos bens materiais em locais seguros?

E o mais importante o que é se sentir protegido?

Estar num local onde somente pessoas credenciadas tenham acesso?

Rodeado de sistemas de segurança?

Realmente para alguns essas medidas conseguem trazer um pouco mais de segurança física, mas será a nossa necessidade de proteção apenas física?

Como podemos entender os medos em excesso como às fobias? Para essas pessoas o que realmente significa proteção?

Para nos sentirmos seguros e protegidos, é preciso mais do que a proteção física. Precisamos de aconchego, de colo, do sentimento de se sentir parte de um grupo. Mas precisamos nos sentir seguros conosco.

Se sentir seguro consigo mesmo é viver sem os fantasmas consciências que nos atormentam e infelizmente não conseguimos encontrar um local seguro.

Buscamos então suprir esse medo e essa fragilidade não estando conosco.

Garantindo-nos uma agenda repleta de atividades e muitos remédios que nos auxiliem a dormir e ter um pouco de paz.

Percebemos com essas indagações que a proteção é um conceito muito mais abrangente do que a garantia de nossa integridade física e material.

E o que entendemos por espiritual?

Temos que começar a nos desfazer de ideias e crenças ainda infantis.

Assim não podemos mais supor que espiritual seja algo separado da vida material, ou seja, o pôs morte, ou ainda a fantasmas e assombrações.

Espiritual meus amigos somos todos nós encarnados é desencarnados, nosso mundo fisco e interior, ou seja, todos somos espíritos, e, portanto participamos do que denominamos como espiritual.

Sendo o espírito o que realmente somos, muito mais do que a proteção física necessitamos da proteção espiritual.

Proteção espiritual vem a ser o cuidado que devemos ter para com o nosso espírito, é nossa vida espiritual que é eterna. Fazemos isso não contratando guarda costas, nem sistemas de alarme ou proteção especial, nem muito menos nos colocando dentro de fortes. Mas usando os ensinamentos de Jesus: orai e vigiai. Orar e vigiar significa estarmos atentos a nossos pensamentos, nossas atitudes automáticas.

Procurando não deixar que pensamentos egoístas, mesquinhos, ou seja, pensamentos isentos de amor inundem nossa mente. E que cada gesto nosso não traduza violência, preconceitos, rancor, ou seja, a ausência do bem.

É dessa forma que estaremos obtendo a proteção espiritual.

Os benfeitores espirituais estão sempre conosco, mas não podem agir por nós.

Assim eles têm permissão, e sempre que deixamos nos intuem mostrando nossas ações equivocadas, o que precisamos melhorar. Mas nem sempre estamos dispostos a ouvir e assim nos colocamos em situações em que ficamos desprotegidos e sendo facilmente influenciados por aqueles que estão nessa mesma baixa frequência que nós.

Portanto, aceitemos que cada situação por que passamos sai reflexos de nossos pensamentos e ações de um passado remoto ou recente.

Não cabe como conhecimento que possuímos culpar outros (mesmos com espíritos que ainda desconheçam o bem e o Amor) a realidade que construímos, nem colocar convenientemente como amaldiçoados ou planos para nos tirarem o foco.

Lembremo-nos que só somos afetados por aquilo que nos deixamos influenciar e aquilo que plasmamos.

Orando podemos alcançar as ferramentas necessárias para caminharmos com segurança através da paciência, da resignação, da serenidade e persistência a fim de transformarmos os nossos fantasmas interiores em amigos de jornada.

Aprendendo cada dia e exercitando o Amor e o bem.

Convido-os nesta semana iniciarem uma reflexão sobre a forma como estão se protegendo espiritualmente, lembrando que sempre podemos recomeçar, mudar o que não mais nos convém e nos aproximarmos cada vez mais dos espíritos de Luz que estão dispostos a caminharem conosco.

Com muito carinho,


Médium: Lúcia (Grupo Mediúnico Maria de Nazaré – CAVILE)
Espírito: Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré)

06 maio 2014

Viver e Morrer - Irmão Matheus



"VIVER E MORRER"


Trazemos conosco versão muito limitada de "viver" e "morrer". Convencionamos, por aprendizado equivocado de milênios, que vida é sempre a alegria, o novo, o desabrochar, enquanto que morte é só dor, melancolia, saudade, o velho, o sucumbir.

Se neste momento pararmos e nos dedicarmos a compreender mais profundamente o que sejam esses conceitos, vamos descobrir que viver às vezes significa "morrer" e que outras tantas vezes morrer significa "viver". Viver é alegria, mas também esperança, imortalidade, oportunidade, responsabilidade, missão, comprometimento e Deus. Morrer nos remete a ruptura, mudança, aprendizado, maturidade, evolução, fé, comprometimento, e a Deus.

Portanto meus amigos, viver não é simplesmente manter o coração pulsando e o organismo fisiológico funcionando. É ter consciência de que novas e antigas oportunidades se descortinam a cada escolha, a cada vez que usamos o nosso livre arbítrio. Toda escolha exige responsabilidade, pois sabemos de nossa interligação com todo o Universo. Viver, portanto é optar todos os dias por conhecer e praticar a Lei do Amor contida no evangelho que o Mestre nos deixou. É assumir a missão enquanto filhos de Deus de nos colocarmos a serviço do Pai, sendo o Seu instrumento de serviço ao outro.

Assim questiono: quando realmente vivemos? Podemos nos considerar vivos? E morrer? Como compreender de maneira mais profunda esse verbo "pesado"? Morte nada mais é do que uma ruptura. Ruptura que pode se dar com o corpo físico ou com nossos sentimentos, as nossas imperfeições, nossas vibrações e emanações. Ainda podemos considerar a morte como a falta de esperança, a falta de fé e a ausência de Deus.

Neste momento abro um parêntese para explicar a ausência de Deus que consideramos morte, pois essa frase pode suscitar dúvidas e o entendimento errôneo de que estaríamos em contradição com outras mensagens enviadas, o que não procede. Sabemos que o "Eu Crístico" ou Centelha Divina é onde encontramos Deus de forma latente, dentro de nós; assim sendo, sempre presente e vivo. Mas, no estado de latência é como se estivesse ausente, pois fica impossibilitado de Se fazer presente em nosso dia a dia. Para que Ele aja é preciso nosso consentimento.

E é dentro deste contexto que comparamos a ausência de Deus com o morrer. Negando (ausentando) Sua presença nos permitimos ficar na ignorância, onde nosso orgulho e egoísmo controlam nossos atos, palavras e pensamentos, nos remetendo a profunda tristeza, melancolia e dor... exatamente como definimos o conceito de morte num primeiro momento.

A morte se torna vida, quando guiados pelos espíritos de luz, através de nossa vontade, perseverança, estudo e prece, vamos lentamente deixando que morra os nossos vícios como inveja, imediatismo, egoísmo, orgulho e tantas outras imperfeições. Nesse momento estamos morrendo para viver, pois estamos processando a nossa reforma íntima nos tornando criaturas mais amadurecidas espiritualmente.

Assim a morte passa a significar celebração de Vida Plena com o Pai. Vivenciamos a vida e a morte a todo instante na sabedoria infinita da Lei natural que rege a tudo. Vejamos: é preciso que a flor morra para se transformar em fruto e depois esse fruto morra para se transformar em semente e assim uma nova vida seja gerada. Cada qual permanece o tempo necessário para desenvolver sua missão no breve espaço de tempo que lhe é concedido dentro do seu contexto de aprendizado para a evolução espiritual.

Jesus nos ensina que ninguém é tão pobre que nada possa oferecer e que ninguém é tão rico que nada possa receber. Em analogia a essas palavras construo o seguinte raciocínio: ninguém é tão "vivo" que não possa "morrer" e ninguém é tão "morto" que não possa "viver". Dentro de nós existe sempre algo que precisa renascer ou ser despertado, como também existe algo que precisamos deixar sucumbir para seguirmos em frente em nossa caminhada de evolução.

Sugiro que esta semana dediquemos alguns instantes de reflexão para elencarmos algo que existe dentro de nós e precisamos deixar "viver" e algo dentro de nós que precisamos deixar "morrer". Vida e morte, meus amigos, compõem o caminho que trilhamos em busca da felicidade.

Deixo-lhes com a paz do Mestre e a doçura e proteção de Maria de Nazaré.

Mensagem Espírita ditada pelo Espírito Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré), pela mediunidade de Lúcia, em 2 deste abril, 2014.

10 dezembro 2013

Servir e não ser servido - Irmão Matheus


SERVIR E NÃO SER SERVIDO

Meus amigos queridos de aprendizado, hoje gostaria de compartilhar com vocês o sentido de servir.

Servir num primeiro momento é um ato de livre e espontânea vontade (livre arbítrio), onde nos colocamos à disposição para algo.

Muitos hão de pensar que devemos servir somente aos nossos superiores numa hierarquia social, mas servir é muito mais que cumprir uma hierarquia, é muito mais do que obedecer a uma ordem.

Servir é antes de tudo aquele sentimento que brota do coração e contagia todo o ser (físico e espiritual). É desejar profundamente atender a um ideal nobre, é se colocar em movimento.

Assim fica natural desejar servir ao Pai, que tanto nos ama com sua infinita misericórdia e sabedoria. E dentro dessa sabedoria temos a certeza de que Ele sabe o que realmente desejamos e precisamos, pois conforme já conversamos em outro momento faz parte do confiar.

Mas infelizmente, na maioria das vezes invertemos os papeis e no mais íntimo de nosso ser egoísta e vaidoso, mesmo quando recusamos admitir tais sentimentos, nossas ações e pensamentos comprovam tal inversão.

Como bem colocou o irmão José em outra oportunidade, muito mais do que "fazer" uma prece, precisamos "ser" prece.

Será que realmente estamos fazendo dessa forma? Ou elevamos nosso pensamento ao Pai e vamos elencando uma infinidade de necessidades, desejos e aspirações, esquecendo de dizer muito obrigado por estar tendo mais essa oportunidade, por estar vivo na Terra?

E o pior ficarmos ficamos chocados e chateados quando as nossas petições não são concretizadas.

Ora meus amigos, se confio, se sou prece e me coloco a disposição para servir, ao Pai Criador, ao Mestre, a ser um trabalhador voluntário na caravana de Maria de Nazaré no resgate dos que se perderam no caminho, como posso realmente me chocar e chatear se não tenho todas minhas petições aceitas?

Será que "servir" é exigir que meus pedidos sejam aceitos?

Ou estarei querendo ser servido?

Ou ainda estou duvidando da perfeição do Pai e da superioridade de Jesus e Maria, me colocando acima deles? Analisemos racionalmente: qual vontade deve prevalecer? Quem deve servir e quem deve ser servido?

Somos nós que realmente precisamos da misericórdia de Deus e da benção de uma nova oportunidade para servir. Toda vez que me acho em condições de ter privilégios...

Eu estou querendo ser servido.

Toda vez que recuso um trabalho na seara do bem, toda vez que digo não a um amigo, ou até mesmo um desconhecido que me pede auxílio, estou deixando de servir.

Podemos protestar, usando o subterfugio de que nos colocamos à disposição, mas não houve chamado.
Quem realmente deseja servir não espera ser chamado, está sempre presente.

Ainda usamos desculpas como: eu procuro sempre ser o último, sempre ajudo até mesmo nos almoços beneficentes da casa espírita, nunca exalto minhas qualidades ... Só não tenho mais tempo para assumir mais atividades ... Não posso me comprometer a participar de 2 reuniões na semana, dentre tantas outras coisas. Servir não é se negar. É estar atento, aproveitando cada oportunidade que se apresenta para darmos o melhor de nós, agindo com o coração e a maturidade espiritual que o momento exige. E essa maturidade engloba toda e qualquer atividade.

Tomemos como exemplo a casa espírita, onde existem diversas atividades tais como: cuidar da limpeza, do controle de materiais, das plantas, participar da coordenação de atividades voltadas para arrecadar fundos; recepcionar os que chegam, providenciar água para ser fluidificada, assistir a uma palestra, ser palestrante ou passista ou instrumento através da mediunidade da espiritualidade. Enfim exercer a atividade que se é apresentada no momento, não escolhendo cargos hierárquicos, sabendo que todas as atividades são importante para o Todo, afinal somos TODOS UM.

Servirtambém é ouvir o outro, é ser solidário com sua dor, sua aflição e também com sua alegria e vitória.
Serviré estar sempre pronto para agir com Jesus... distribuindo amor fraternal e a ternura de Maria de Nazaré.

Serviré ter conduta e pensamentos retos, pois essa é a melhor forma de divulgar a doutrina e os ensinamentos de Jesus.

Serviré ter a coragem de Maria não se acovardando e nem se escondendo diante das dificuldades e do desconhecido.

Serviré desenvolver a missão que cabe a cada um, confiando no amparo e intuição que a Espiritualidade Maior nos proporciona.

Serviré estudar para poder ser um instrumento ainda melhor na seara do bem. Servir é ter disciplina.

Serviré dizer Sim hoje e agora.

E você meu amigo, já disse o seu Sim hoje?

Já se colocou à disposição para servir?

Que sejamos eternos servos do Bem.

Serenidade, ação e muita disponibilidade para servir com amor, nesta longa caminhada de aprendizado e evolução é o que desejo à vocês.

Irmão Matheus

Mensagem espírita, recebida durante sessão mediúnica no Grupo de Estudos Maria de Nazaré, transmitida pelo Irmão Matheus, psicografado por Lúcia, em 13 de novembro deste 2013.


16 agosto 2013

O Vampirismo - Irmão Matheus

  

Já falei muitas coisas e nem sempre consigo me expressar da melhor forma possível, mas podemos sempre tentar novamente. Falei sobre um tema, uma vez, que gostaria que pudéssemos relembrar um pouco sobre isso. Não vou usar as mesmas palavras, pois não acho que seja necessário, mas vou repetir algumas coisas.  Irmão Matheus


O VAMPIRISMO

Já falei sobre isso e volto agora novamente.

Num momento onde não conseguimos encontrar um equilíbrio entre as nossas emoções, como ficam aqueles que procuram continuar um vício após o desencarne?

Complicado pensar nisto, pois todos somos diferentes, mas imaginem pessoas que são muito ansiosas, e tem como forma de escape o fumo. Ao não se controlar, uma pessoa fazendo isto poderia chamar atenção daqueles que somente esperam por uma brecha.

Quando vamos ao extremo com nossas emoções, podemos acabar gerando uma energia tão forte que pode muito bem atrair aqueles que querem uma forma de aliviar a sua ânsia por alguma coisa que era dependente quando encarnado.

Não é fácil, e muitas vezes não queremos que eles cheguem perto de nós, mas não somos invencíveis e muitas vezes escorregamos nas nossas provas, e há aqueles que sempre estão lá esperando o momento de agir.

O vampirismo é algo que ainda estamos tentando saber evitar.

Não digo que parem de fazer ou comer, seja qual for, e que vivam a base de água, muito pelo contrário, as coisas que nos deixam felizes e que gostamos são saudáveis, desde que moderadas.

Não precisamos de tudo para nos satisfazer, somente do necessário, e é exatamente o excesso que chama o vampirismo. Nem sempre é fácil, mas podemos sempre tentar, e com a prática evoluirmos e aprendermos cada vez mais.

Nada é simples da mesma forma que é difícil, mas tudo é possível, pois se caso não fosse, provavelmente não seria colocado em nosso cominho. É uma coisa que nem sempre entendemos e muito menos aceitamos, mas é a realidade por mais difícil que seja.

Às vezes somente precisamos de um conforto em nossa vida, para seguirmos em frente, mas nem sempre ele vem de onde queremos, e acabamos por deixar tudo de lado e nos prendendo em nosso mundo, pensando o que poderia ter sido diferente se aquilo tivesse acontecido.

Digo o seguinte, nem sempre teremos pessoas do nosso lado para nos ajudar a tomar decisões, pois o aprendizado deve ser nosso, não do outro, por isso o fato de não termos um conforto não significa que podemos desistir e cair na tentação e no excesso. Muitas são as coisas que nos levam a tomar decisões precipitadas e acabamos por nos perder em nosso caminho.

São muitas as decisões que fazemos durante o nosso dia, e imagine durante a nossa vida, desde qual caminho tomar até qual comida ingerir, mas são coisas que com o tempo se tornam cada vez mais fáceis e cada vez mais aprendemos.

Fraternal abraço a todos e até uma próxima.

Espírito: Irmão Matheus 
Médium: Ana Helena Rieck

Mensagem espírita recebida durante sessão mediúnica no Grupo Espírita e Assistencial Maria de Nazaré, em Santa Cruz do Sul-RS, em 25 deste julho, 2013