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03 julho 2021

Distante de Deus - Oceander Veschi


 
DISTANTE DE DEUS

Quando vamos vivendo por viver, andando porque vemos os outros andarem, fazemos coisas porque todos fazem, e começamos a sentir que os dias passam lentamente, e não tem graça nenhuma, acende-se um alerta:

A tristeza, a melancolia, o complexo de culpa, e falta de ver graça nas coisas e até a depressão começam a se aproximar de nossos sentimentos.

Passamos a viver sem projetar nada, sem cogitar novidades e planejar sonhos e metas.

Em uma época onde a informação é instantânea e os meios de comunicação se focam excessivamente no supérfluo, ficamos facilmente permeados pela informação de que precisamos seguir padrões que a sociedade impõe. E são raríssimos os que conseguem ter um padrão de vida material tido como satisfatório, que tem um corpo físico belo e cheio de saúde, que já alcançaram postos elevados em seu trabalho, com ganhos ótimos.

Neste momento, quando chega a tristeza por não ter ainda conseguido “ter uma vida boa” é que ficamos vulneráveis às influenciações das trevas, que se ligam a nós pelo pensamento, nos fazendo acreditar que somos de fato incompetentes e desprezíveis.

Para atenuar esta possibilidade de forma significativa, precisamos nos aproximar mais de Deus. E como fazer isto?

Amando suas criaturas.

Procurando utilidade no dia a dia, com solicitude, gentileza, paciência, generosidade e trabalho no bem comum. Só aí é que conseguimos nos aproximar do Criador, que é todo perfeição, e quanto mais nos tornamos bons indivíduos, mais passamos a nos parecer com Aquele a quem fomos feitos “à imagem e semelhança”, como nos afirmou nosso Irmão Maior, Jesus Cristo.

Deixaremos a melancolia de dias sem graça pra trás quando nos matricularmos na escola da vida, arregaçando as mangas para colocarmos literalmente a mão na massa. A vida passará a ter mais colorido, mais sentido, nossa saúde física e emocional dará claros sinais de melhora, e encontraremos um sentido para vivermos.

Convoco você, caro irmão, cara irmã, a procurar a verdade que nos libertará. Esta mesma que nos foi ensinada 2000 anos atrás pelo Nazareno, filho de Maria e José, que mesmo tendo evangelizado por apenas 3 dos seus últimos anos aqui na Terra, conseguiu com grande eficácia nos transmitir o verdadeiro sentido da vida eterna, que todos somos possuidores.

Engaje-se em sua crença, aprenda e coloque em prática. Sua vida fará muito sentido, pra sempre…

Oceander Veschi
Fonte:
Kardec Rio Preto

26 dezembro 2020

Maledicência - Oceander VeschI


MALEDICÊNCIA

Este ato de “falar mal” de alguém é bem descrito no Evangelho Segundo O Espiritismo como sendo um dos motivos de nos macularmos, ou seja, nos mancharmos com vibrações más (Cap. 8, item 8).

É o que sai de impuro da boca do homem que o torna distante de Deus, pois o que sai da boca primeiro preencheu a mente, e uma mente doente traz amarguras para o corpo e a alma do indivíduo.

O benfeitor Emmanuel nos recorda no livro “Fonte Viva” de que falar mal dos outros é render homenagem aos instintos inferiores, e renunciar ao título de cooperadores de Deus, por ser crítico de suas obras (Cap. 151 – Maledicência).

Reparem bem nisso: falar (mal) dos outros nos distancia de Deus!

E é bem comum justificarmos nossas insatisfações com as falhas alheias: “Só digo a verdade”, ou “não consigo ver coisa errada e ficar quieto”.

Aparentemente isso nos coloca em posição quase que de defensores da justiça, do que é correto e bom. Ledo engano…

A doutrina espírita é clara em nos orientar sempre a buscarmos soluções, e não apontamentos estéreis. Quando estamos falando mal de alguém, não estamos em busca de soluções, mas sim, de denegrir o outro, e isso nos torna cruéis, por que não damos a chance de que o outro se justifique ou se defenda da acusação que fazemos e, tampouco, estamos verdadeiramente interessados em ajudar-lhe a resolver o imbróglio.

E peço licença pra ir além: pode-se considerar até covardia falar de alguém pelas costas, já que se o outro estivesse pessoalmente, não teríamos a mesma audácia nos comentários.

Quando ingerimos este tóxico chamado maledicência vamos programando pra nós um envenenamento que nos leva à ruína.

Ficamos permeados com estas energias de péssima qualidade, e nos habilitamos (mesmo a contragosto) a experimentarmos dissabores dos mais diversos:

Enfermidades no corpo físico, insatisfações, inquietações, desamor e distanciamento dos que nos observam nesta prática infeliz.

“Quando Pedro fala de João, sei mais de Pedro do que de João”, é uma grande realidade. Os amigos se afastam, pois percebem nossa língua afiada e não desejam serem os próximos “alvos” de nossas flechadas verbais.

Sejamos prudentes e próximos das energias saudáveis que os bons espíritos querem nos inspirar. Lembremo-nos do apontamento feito pelo Mestre Jesus, quando orientou que “quem não tiver pecado, atire a primeira pedra”.

É sempre mais feliz aquele que pelo menos tenta se livrar deste mal que nos toma grande parte de um bem muito preciso: o tempo.

Utilizemos ele para nosso crescimento, auxiliando nossos irmãos, compreendendo as suas limitações e procurando pelo menos não atrapalhá-los com nossas infelizes observações, que muitas vezes estão equivocadas quando à verdade dos fatos. Não sabemos o que levou o outro a agir daquela maneira que nos induz a recriminá-lo.

O antídoto para a maledicência, para quem ainda está saindo dela: o silêncio, ser o ponto final de toda e qualquer inoportuna avaliação.

E para quem já tem boa capacidade observadora das falhas alheias, e já não mais cai na armadilha da maledicência, o caminho a ser seguido é do auxílio, procurando encontrar soluções que ajudem o outro a não mais cometer tais falhas.

Abençoemos a todos, para o bem deles e da organização em que estamos todos inseridos e para que a nossa paz de espírito se faça presente.

Oceander Veschi
Fonte: Kardec Rio Preto

17 agosto 2020

A Vida é Grande Retribuidora - Oceander Veschi


 A VIDA É GRANDE RETRIBUIDORA


Quando desejar se conectar com as forças Divinas mais abençoadas, lembre-se sempre de filtrar o que se passa no seu pensamento, na sua fala, no que escreve, e no que guarda dentro de seu coração.

Dizem os benfeitores espirituais que as forças superiores tentam nos alcançar o tempo todo, mas encontram enormes barreiras quando estamos magoados com alguém, ou planejando fazer uma vingança…Também quando respondemos com ironia e desprezo.

Quando escrevemos algo agressivo nas redes sociais e não conseguimos perceber que nos contaminamos….

Quer ver então quando ficamos incomodados com a felicidade de alguém….puxa, isso é altamente bloqueador. Ficamos literalmente impedidos de receber qualquer tipo de ajuda vinda dos Céus.

E se tem uma coisa que me deixa contente é ter este canal aqui, pra contar pra todos vocês isto. Eu aprendi isso tudo, e vejo que é exatamente assim na prática.

Encontro diversas pessoas por dia, sejam os amigos ou pacientes. Converso com muita gente, ando muito por aí, e posso lhes afirmar com toda convicção de que sofremos muito na vida por nunca alguém ter dito isso pra gente.

E quando surge quem nos dê esta valiosa informação, passamos a vigiar mais nossas ações, nossas aspirações mentais, e nos tornamos seres melhores.

Deixamos os velhos hábitos infelizes, e damos lugar a um novo padrão de pensamento. Nos tornamos mais gentis e preocupados em não perturbar quem quer que seja, e isso nos coloca em elevado grau de sintonia positiva.

Nossa saúde melhora, surgem mais amigos disponíveis, e os velhos amigos percebem em nós uma mudança positiva.

Informamos pra nós mesmos que somos capazes de ser melhores.

E isso não tem preço. É empolgante, a gente quer melhorar mais e mais, dia a dia.

Seja gentil com as pessoas. Valorize suas qualidades, diga isso a elas, sorria mais, seja mais otimista.

Trate as pessoas da forma que você gosta que lhe tratem, considere-as, não as oprima com reprimendas constrangedoras.

Não lhes faça perguntas desagradáveis ou irônicas.

Ajude, quando você perceber que pode e consegue.

Oculte críticas destrutivas.

E prepare-se: sua vida vai mudar.

Pra muito melhor.



Oceander Veschi

08 julho 2020

Desencarne (que consideramos) Prematuro - Oceander Veschi




DESENCARNE (QUE CONSIDERAMOS) PREMATURO


Quando me deparo com a notícia do desencarne de alguém querido (seja um parente, ou alguma personalidade do mundo), sempre me vem a lembrança de que este processo não é uma condenação, e sim, na maioria dos casos, uma “libertação do prisioneiro de sua pena”.

No item “Perdas de pessoas amadas – mortes prematuras”, do capítulo V do Evangelho Segundo O Espiritismo, nos alerta para que enxerguemos além do “terra-a-terra”, e deixemos de lado a falsa ideia de que o desencarne é uma condenação. Na maioria dos casos é a libertação da matéria grosseira, é a pena que chegou ao seu fim, e o espírito se vê livre de diversas agruras do nosso cotidiano de aprendizados aqui na Terra.

E muitos ficam doentes, passam por diversos acidentes, desgostos e desilusões, e ficam aqui, “vivos” até os 90, 100 anos….estes é quem são os que podem ser considerados “condenados”.

Diz o Evangelho que “Frequentemente a morte prematura é um grande benefício que Deus concede àquele que se vai e que assim se preserva das misérias da vida, ou das seduções que talvez lhe acarretassem a perda.”

Deus não condena, nunca. O que muitas vezes enxergamos como pena, é apenas um grande brinde, um bônus.

Obviamente, que quando o desenlace físico se dá por conta do suicídio, a conversa muda completamente de figura, afinal, não temos o direito de extirpar algo que nos foi concedido a tanto custo. 

A vida física deveria ser considerada intocável, custe o que custar. 

Aqueles que não tem esta informação, ao providenciarem o desenlace prematuro arcam com contas altas a serem quitadas em longas e doloridas prestações.

Precisamos enxergar a morte física apenas como desligamento de uma veste, que fazemos diariamente, ao trocarmos de camisa, por exemplo. Exercitemos nossa existência com entendimentos fraternos, e cientes de que que o Criador jamais age como os homens, que ainda são incapazes de se verem livres de pensamentos desconexos, de vingança e punições.

Vivamos então com alegria, para que quando este momento nosso chegar, estejamos preparados para a nova etapa que chega, e para que o reencontro com aqueles que deixamos do lado de lá seja muito festivo.

  
Oceander Veschi


27 outubro 2019

Procura-se urgentemente quem ouça. E ouça com atenção! - Oceander Veschi



PROCURA-SE URGENTEME TE QUEM OUÇA,
E OUÇA COM ATENÇÃO


Este seria um cartaz que procura ansiosamente pessoas dispostas a doar sua atenção à quem precise desabafar.

Espero que ele nunca seja divulgado, espero mesmo que nunca precisemos chegar a este ponto.

Mas o fato é que realmente estamos carecendo de quem possa doar um pouquinho mais de seus ouvidos.

Isso é caridade pura.

Disse Allan Kardec que “Fora da caridade não há salvação”, e ainda achamos que se trata daquela caridade do voluntariado, que distribui alimentos aos carentes materiais. Esta também é uma linda e importante ação benfeitora, mas o que mais tem feito falta em nosso meio são aquelas pessoas interessadas no que alguém tem a falar.

Muitos estão em ponto de explosão, por guardarem tantas informações confusas consigo mesmos, e ficam ávidos por encontrarem alguém que lhes dê alguns minutos de atenção exclusiva.

Um estudo científico afirmou que conseguimos permanecer apenas 7 segundos atentos ao que o outro está nos dizendo, antes de começarmos a elaborar em nossas mentes algo para falar logo após o sujeito nos contar sua história. E muitas vezes nem o deixamos concluir sua fala: já vamos logo contando a nossa experiência, desconsiderando (muitas vezes sem perceber ou desejar fazer isto) o que o outro estava nos dizendo.

7 segundos.

É o limite caridoso da maioria de nós ao ouvir quem quer que seja, não importando a gravidade do fato nos sendo dito.

Precisamos urgentemente mudar esse quadro egoísta de nossa parte, doando nossa atenção esmerada àquele que eventualmente possa estar se sentindo liberto por termos dado a ele alguns minutos de atenção. Dá pra nos programarmos para agir assim.

Alguns podem dizer:

“- Mas o que eu posso fazer se as pessoas só me contam bobagens?”

Pra nós pode ser algo extremamente banal, mas para quem diz pode ser algo simplesmente vital, a ponto de que se a ouvirmos atentamente, ela mesma poderá encontrar as respostas aos seus questionamentos, simplesmente por estar nos contando suas dúvidas, tristezas e anseios. E ela mesma acabará encontrando as respostas que procura, porque está se ouvindo, ao nos contar seu anseio.

E ouvir é ser caridoso.

Se queremos nos “salvar” do egoísmo, que segundo o benfeitor Emmanuel é o “maior entrave para nosso desenvolvimento espiritual”, precisamos aprender urgentemente a sermos mais atenciosos ao que as pessoas nos dizem.

Um velho ditado diz que “Deus já nos deu a dica do que mais deveríamos fazer: ouvir mais e falar menos. Afinal, nos deu 2 ouvidos e uma boca somente”.

E quando falamos, acrescentamos pouco ao nosso conhecimento, afinal, só dizemos algo que já sabemos.

Mas quando ouvimos, abrimos um leque de oportunidades:

Podemos aprender algo que não imaginávamos, e muitas vezes dito por alguém que não dávamos a mínima confiança de que poderia nos ensinar algo substancial.

E se não aprendermos nada, pelo menos exercitamos o que os benfeitores fazem conosco desde sempre: ouvem nossas preces atentamente, sem nos interromper, e dão todo crédito às nossas solicitações. Todas.

Que nós tenhamos a capacidade de exercitar em nós este gesto caridoso:

O de se importar com quem nos rodeia, os ouvindo com atenção e nos interessando pelo seu conto.

Se pudermos ainda interagir com o assunto, pedindo mais detalhes e mostrando real comprometimento com o que é dito, ganharemos incontáveis bônus, por nós mesmos, nos informando inconscientemente que somos capazes de servir mais do que buscamos ser servidos.

Ah, e se fizermos isso com uma criança, ganharemos seu carinho e respeito pra sempre. As crianças nunca se esquecem de quem lhes dá atenção.

“Simbora” tirar o tampão dos ouvidos?

Nossa evolução espiritual agradece.


Oceander Veschi

09 setembro 2018

Tudo tem uma Consequência - Oceander Veschi



TUDO TEM UMA CONSEQUÊNCIA


Olhos que só vêem o lado ruim e negativo das pessoas tendem a apresentar problemas como glaucoma, descolamento de retina, miopia…afinal, pra quê ter boa visão, quando a utiliza para o mal?

Estômago de quem cultiva acidez no humor, vive irritado e ansioso tende a queimar feito brasa viva, com uma gastrite, azia ou refluxo. Como ter um estômago perfeito, e se ver livre de uma dor, quando se tem ímpetos agressivos, e que podem nos conduzir à agredir alguém, física e emocionalmente?

Sangue de quem não vê beleza na vida e “nada está bom” tem uma tendência a ficar excessivamente glicosado, causando diabetes. Como não sobrecarregar o pâncreas, o órgão controlador da insulina, se emitimos forte emotividade de insatisfação pela vida que temos?

Coluna de quem não cede, tem “convicção e personalidade forte”, vive contrariando e sendo contrariado, tem uma inclinação à hérnias discais, artrites e artroses prematuras, por conta do excesso de inflexibilidade com a vida e com as pessoas. Já pensou que estranho seria alguém tão rígido ter o centro do seu corpo diferente da sua ação mental?

Ah, são tantas enfermidades físicas, sempre precedidas por desconhecimentos de como agir melhor consigo, e especialmente com os outros. É preciso educar a mente, para que o corpo a siga com a mesma qualidade.

Estamos no aprendizado…

Te desejo saúde, especialmente a da alma…


Oceander Veschi
 
 

26 junho 2018

Boas Atitudes - Oceander Veschi




BOAS ATITUDES


* Compreenda que todos desejam ser felizes. Por mais que pareça estranho, até mesmo quem pensa diferente da gente está em busca de acertar.

* Volte-se para informações, notícias, mensagens e conteúdo que te façam bem. Intrigas, discussões baratas e divulgação de assuntos desagradáveis são verdadeiros tiranos contra nossa felicidade.

* Cerque-se de pessoas positivas. Mas nunca exclua as negativas, elas precisam de nossa compreensão para um dia decidirem se transformar.

* Tome pelo menos 15 minutos de sol por dia.

* Valorize os hábitos simples. Uma xícara de café, um abraço em quem você gosta, uma música que toca no rádio…é mais fácil encontrar felicidade em algo que podemos conseguir com mais facilidade.

* Não acredite que tudo vai piorar, ou que está piorando. Isso não é verdade.

* Valorize sua família. Mesmo que você a considere um “problema”. Muitas vezes sua família também lhe considera um “problema”, portanto, se Deus nos deu estas pessoas para convivermos, é com eles a nossa maior missão.

* Estude alguma doutrina, religião, texto de auto-ajuda. Alguma coisa lá pode fazer grande sentido pra você, e te livrar de alguns aborrecimentos desnecessários. Quem alimenta a mente, nutre a saúde do corpo físico também.

Não é difícil tentar seguir algumas destas dicas. Basta um pequeno esforço, junto da eliminação de frases como “ah, mas é muito difícil fazer isso”….

Não jogue contra a sua felicidade.

Oceander Veschi